Companhias poderosas como Magazine Luiza, Vulcabras Azaleia, MRV, Grupo SEB, Óticas Diniz e Pague Menos são hoje comandadas por uma fornada de jovens sucessores que conquistaram o respeito do mercado – inclusive o acionário, do qual algumas delas fazem parte, pela presença em bolsa.

“O que impressiona é a habilidade das empresas de família — tradicionalmente vistas como pequenos empreendimentos — de criar valor significativo”, diz Thomas Zellweger, do Centro de Negócios Familiares da Universidade de St. Gallen, na Suíça, que comandou um estudo que elencou as 500 maiores companhias familiares do mundo por receita. A lista incluiu 15 brasileiras.

Especialistas estimam que cerca de 80% das empresas no Brasil tenham controle ou gerência com um ou mais grupos familiares. O grande desafio delas é a perpetuação: menos de 30% das empresas familiares conseguem passar o negócio para a geração seguinte. “Os números não são favoráveis”, observa o consultor Domingos Ricca, especializado no tema. “Os problemas maiores são relativos a conflitos entre parentes, e muitas vezes as desavenças são oriundas de brigas pelo poder.”

Por isso, a sucessão familiar é um tema tão desafiador. Para conduzi-la com êxito, as setas apontam todas para a mesma direção: a qualificação dos herdeiros. “Quanto mais cedo o sucessor começar sua preparação, mais apto para atuar na função de gestor ele estará.”

 

Saiba mais através do link: https://forbes.com.br/negocios/2018/05/conheca-os-jovens-sucessores-em-empresas-familiares/

 

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